Fala Galera ! !

Hoje eu acredito que o assunto vai render e vai render muito !

Vocês estão bem ? Estão firmes em Deus ?

Esse final de semana que passou, tivemos o nosso ‘Um dia de Glória’ aqui no Rio de Janeiro, que surreal foi ! mesmo com os vizinhos reclamando muito do nosso ‘barulho’ quando Ele vem não tem jeito, confesso que eu queria muito voltar a esse dia e permanecer nele, é diferente, é surreal.

Hoje eu vou contar um pouco mais das minhas experiências como músico profissional, músico profissional na igreja, e servo. E as pessoas que conheci nesse caminho, tanto na igreja e quanto no mundo secular.

Aos 14 anos, dei inicio a vida musical, como profissão, e tive o primeiro contato com bandas contratadas, bandas, músicos que muitas vezes só se conheciam no palco.  Para muitos isso é impossível, como assim ? uma banda não tem que ter toda aquela coisa de estar sempre juntos, sempre perto um do outro, se conhecer e tudo mais ? Vamos para a parte prática da história, não ! (rsrs). A música é algo impossível de se explicar, mas quando ambos os músicos possuem um grau de estudo parecido, uma vivência de experiências parecidas, a música ‘flui’ como se já fossem amigos e companheiros de palco a vida inteira. Com isso ganhamos aqueles amigos que nunca escolhemos ter, pois a música tem o poder de juntar todos os tipos de pessoas, e fazer com que aconteça. A música funciona com indicação, se você ama o que faz, é bom e tem responsabilidade, pronto ta ai a receita para ser um músico que vive da música. (não te garanto sucesso, mas pode dar certo).

Na igreja, sempre tive essa base familiar da música, de ter uma banda (tive duas inclusive) de ter essa concepção de família. Porém na igreja, as coisas não fluem tão bem, nem todos os músicos são estudados, nem todos os músicos fazem por amor, e nem todos também querem de fato dar o melhor para Deus. De fato me fez acreditar que a música na igreja não teria salvação. Quando fiz parte do ministério da comunidade Canção Nova em São Paulo, as coisas começaram, a fazer sentido, todos estavam ali por um propósito, por um ideal só, em dar o melhor para Deus. Eis que o mesmo tipo de família que eu criava no mundo, comecei a criar na igreja. Músicos que muitas vezes só nos conheciam no palco, no show, nas adorações, a grande diferença, que o foco era o mesmo. Cristo Jesus.

Quando entrei para a comunidade Colo de Deus  Jesus me devolveu a essência da adoração que a profissionalização tirou do meu coração, pois não é errado você levar a música como seu trabalho, seja ele no secular, na igreja aonde for a profissão músico, precisa ser lembrada com justiça e dignidade. Más o dinheiro corrompe, tira o foco que é Cristo, e isso faz mal ao coração do músico. Então equilibrar acaba sendo uma parte muito difícil, se você não estiver em Jesus, não estiver orando firme. Durante um tempo o dinheiro fez isso com minha música, me tirou o prazer de fazer sem dinheiro, sem uma bateria boa, sem um som bom, sem estrutura boa, que por sinal é o que mais encontramos por ai não é mesmo ?

O que quero passar para vocês com essas experiências, é que independente do lugar aonde você tocar os teus princípios não devem mudar, os teus conceitos não devem e não podem mudar. A família musical que você vai criar nesse meio, vai depender muito da sua postura e do seu posicionamento daquilo que você vive no teu quarto (MT 6,6)  que deve ser sua essência e não sua opção. Lembro de um baixista que conheci, um dos melhores que já toquei a vida toda, que era usuário de drogas e por várias vezes usou na minha frente. Más sempre me disse que se um dia me visse usando aquelas coisas, que ele me mataria. Anos se passaram e minha oração e convívio com ele não foi em vão, ele não usa mais.

Quero saber da sua vida em sua paróquia, como é a sua realidade de ministério ? Como é a sua vida como músico ?

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Deus abençoe !