Olá pessoas !

Hoje falaremos de um assunto muuuuito chato, um assunto que tem vindo a tona nos ultimos tempos,

que é o tal do complexo de inferioridade e como isso afeta o lado músical.

 

Acompanho de perto alguns casos desses assuntos e cara isso tem destruído não só a vida afetiva, moral e pedagoga das pessoas. Mas isso tem cada vez mais chegado a músicos, que não se acham capazes de fazer algo, por quê tem alguém melhor, porquê não se acham dignos.

Essa semana vamos falar sobre comparações, complexo de inferioridade e música.

Primeiro: Comparação, o que significa essa palavra?

substantivo feminino

1. ato ou efeito de comparar; cotejo, confronto

2. paralelo feito entre dois termos de um enunciado com sentidos diferentes (p.ex.: dirigecomo um louco).


Beleza, esse é significado do dicionário, más de forma prática, é aquela famosa frase ‘’nossa o fulano de tal, faz melhor que fulano’’, ‘’nossa olha como ele tirou aquele solo, melhor que eu’’. E logo depois dessas frases sempre vem aquela famosa desculpa ‘’eu nunca vou conseguir…’’


Vamos entrar um pouco nesse assunto, o que é esse tal de complexo de inferioridade?

 

Complexo de inferioridade, de acordo com psicanálise, consiste no sentimento que determinada pessoa tem de que é inferior aos outros indivíduos.

Alguns dos sintomas básicos que caracterizam o complexo de inferioridade são: sensação de culpa, baixa estima, tristeza, insegurança, afastamento dos contatos sociais e incapacidade inconsciente.

O criador do termo “complexo de inferioridade” foi o psicólogo austríaco Alfred Adler, responsável por fundar a Psicologia do Desenvolvimento Infantil.

De acordo com o conceito criado por Adler, o complexo de inferioridade se desenvolve principalmente durante a infância, a partir de experiências e críticas negativas recebidas pela criança. (isso vai muito além do que pensamos, é necessário e obrigatório pedir ajuda ao Espirito Santo)

A falta de incentivos, apoios e elogios ajuda a criar um bloqueio inconsciente na fase adulta do indivíduo, fazendo com que se sinta incapaz de realizar determinadas atividades ou achar que tudo o que produz está errado ou mal.

Certo, chegamos a conclusão de descobrimos quem é ele. E olha só, ele também está ligado a comparações.

Beleza, agora aonde a música entra nisso?

Certa vez eu estava vendo uma entrevista de um grande baterista chamado Dennis Chambers norte americano, e ele narrava a história de um menino que perguntou a ele, quanto tempo demoraria para ele ser melhor que o próprio Chambers. Sabiamente o Chambers perguntou: Quantas horas do dia você se propõe a estudar o seu instrumento? O menino respondeu 4 horas por dia. Chambers respondeu imediatamente: Eu estudo 12 horas por dia.

Logo podemos tirar a conclusão que para o menino ser melhor que o Chambers um dia, ele terá que estudar mais de 12 horas por dia.

Muitas vezes temos a realidade do complexo de inferioridade e a pessoa não consegue estudar, nem mesmo 1 hora por dia, mas até a onde o interesse em sair desse complexo é desejado pela pessoa?

O acompanhamento psicológico é o passo inicial para começar o tratamento do complexo de inferioridade. Para isso, o indivíduo deve primeiramente reconhecer o seu complexo (conscientização do problema).

A próxima etapa consiste em adotar atitudes mais positivas e construtivas no cotidiano. O processo de tratamento pode ser lento e deve ser sempre acompanhado por um profissional qualificado na área da psicologia. Se você estuda música procure dizer isso ao teu professor para que ele também saiba dessa sua dificuldade para que ele possa te auxiliar.

E peça ao Espirito Santo que toque nessas feridas do teu coração e da tua mente para que possa te curar e que isso possa nunca mais atrapalhar o seu servir.

Satanás, aproveita dessas brechas para desanimar sua vida, seu ministério, uma vez eu fui aquele fã louco que gostava de sonhar, e hoje vejo que as pessoas sonham com o que eu vivo, não foi fácil e nunca será fácil, olhar para trás e ver a minha história. Comecei tocando numa bateria de baixíssimo nível, em pratos de latão. E hoje sou músico profissional, com discos gravados e experiências incríveis. Mas só consegui isso com o auxilio do Espirito Santo, tive minhas crises de ver bateristas melhores que eu? Tive! Mas fiz disso um incentivo para que eu possa ser o melhor baterista, não pros outros. Mas pra Deus, melhor baterista em adoração, melhor baterista em servir, e o melhor baterista sem as baquetas.

 

Afinal, meu coração é teu Jesus.

 

Até a próxima,

Um abraço;

 

Luh.