EDUCAÇÃO DOS FILHOS MATRIMÔNIO NERD CATÓLICO

Missão padrinhos de batismo

Alex, Miguel e eu estamos em missão, nesse momento estou a caminho de Maringá/PR, tentando não ficar enjoada digitando no celular em meio a tantas curvas… (ALELUIAS!) Os temas dessa coluna têm sido inspirados pelo Espírito Santo, através do que ‘Ele tem feito na nossa vida. Ou seja, as coisas acontecem e nós aproveitamos para contar para vocês. Nessa semana, o tema é: ‘batizado’, justamente porque na quinta-feira (01/06), nasceu o nosso mais novo afilhado de batismo, o Pedro. Só pelo nome já da pra imaginar o que ‘Deus tem para esse pequeno profeta, não é mesmo?! (Um abraço para os papais frescos: Marcelo e Ariane, meus irmão de comunidade)

O Alex, há algum tempo, leu um livro chamado: “A vida espiritual”, do Padre José Allamano, que, diga-se de passagem, acrescentou muito em nossas vidas com relação à vocação e até mesmo à coisas simples do dia-a-dia. Neste livro, o Padre Allamano diz ter sido batizado um dia após o seu nascimento, e que considerava esse “um dia” tempo demais em ter ficado como “pagão”. Quando lemos isso, começamos a refletir sobre o que é de fato o batizado, e sobre a necessidade de receber esse sacramento.
Nos batismos que eu participei, antes dessa reflexão, lembro sempre de uma grande festa na qual as pessoas reúnem a família após a celebração. Mas qual o verdadeiro sentido dessas comemoração? Na maioria das vezes as pessoas apenas comemoram aquele momento tão importante por mero costume, pela beleza das fotos ou a atração da roupa do pequeno batizado.

Quando engravidamos, Alex e eu decidimos que queríamos que o Miguel fosse batizado logo, se possível assim que saísse da maternidade. Não queríamos que ele ficasse por muito tempo sem esse sacramento. Rezamos e pedimos ao Espírito Santo que nos instruísse na escolha de um casal de padrinhos que realmente cumprissem com a missão para a qual são chamados: a missão de ajudar a educar aquela criança na fé. Escolhemos o Ari e a Jose (também nossos irmãos de comunidade), um casal de ‘Deus, de vida de oração e que com certeza, cuidariam de educar o nosso Miguel na fé. Não foi uma escolha apenas pela afinidade, mas também pela confiança e principalmente pelo testemunho deles.

O Miguel nasceu em uma quinta-feira e, logo que ele nasceu, avisamos ao Padre para “prepararmos” a possível data. No sábado eu saí da maternidade, mas o padre já tinha Missa em uma comunidade; no domingo atividades no seminário por conta do dia dos pais e, na segunda-feira, missa das famílias. No primeiro dia disponível, terça-feira, o Miguel foi batizado e tornou-se filho de ‘Deus.
Não me apeguei aos detalhes, como fotos, roupas e jantar. São coisas importantes? Sim, quando colocadas em seu devido lugar! O mais importante é a celebração, é receber o sacramento e confiar essa super missão a alguém em que realmente acreditamos ser capaz de cumpri-la com amor, conforme a vontade de ‘Deus.
Gente, de coração, eu espero que as nossas partilhas estejam sendo produtivas. Quero agradecer pelo carinho e por todos os recadinhos que temos recebido. Deus abençoe!

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