Histórias de Telhado

APRESENTAÇÃO COLUNA HISTÓRIAS DE TELHADO

Oi! Meu nome é Thayna de sobrenome Libânio, mas todos (ou quase) me chamam de Thay, ou Thaylandia, ou Thayane, ou Thaynorris, etc. Tenho 19 anos e 7 meses de vida, mas eu sinto e acredito que a minha vida acabou de começar. Sou nascida e criada em Curitiba, Paraná, e nunca tinha morado em outro lugar, até o dia 02 de Setembro desse ano.

Hoje eu moro em Ponta Grossa e sou missionária de vida, na Comunidade Católica Colo de Deus. Quando eu me imaginava saindo de casa, antes de Jesus me pegar de jeito e me colocar no meu lugar, eu queria sair louca com minhas amigas, em um carro antigo estiloso e ir pro exterior, sem saber direito o que ia encontrar. Eu só queria algo que me fizesse sentir viva! Esse Jesus se importa com minhas coisinhas pequenas. Olha isso: mesmo Ponta Grossa ficando apenas umas 2 horas de Curitiba, e eu viajei pra cá de Kombi (um carrão estiloso ou não?)!, AND com meus amigos!,  AAND sem saber o que encontraríamos, AAAND com um seminarista dirigindo (somos joviais).

AAAAND estar no centro da vontade de Deus, essa é a única coisa que faz eu me sentir viva! Enfim, a apresentação. Eu quero dizer algo sobre mim: eu não gosto de me apresentar, falar quem eu sou, como sou, na maioria das vezes, eu acho desnecessário, então eu faço umas piadas bem ruins pra ME descontrair, portanto releve. Sabe, eu não estou tentando conhecer Jesus há muito tempo, fazem quase três anos desde o dia em que Ele me intimou, perguntando até quando eu iria insistir em uma vida vazia, sem Ele, e eu disse: “Ok. Quem é você?” Desde então, eu me pergunto e O pergunto: “Quem é esse que me prende aqui e agora pede que eu me escreva em um blog sobre Ele? Quem é esse que sonda o meu coração e sabe que eu sempre sonhei com tudo isso que vivo hoje? Quem é?”

Sempre amei ler e escrever. Já tive quase uns dez diários, mas joguei fora a metade, eu ainda não sei se me arrependo, mas tudo que continha nos diários era muito difícil de ser lido por mim, pelo menos na época em que dei um fim neles. Tudo que eu escrevia, fossem textos em prosa ou poesia, era direcionado à um ‘amor’ não correspondido e/ou continham uma escuridão tremenda que, se fosse lido, levaria a pessoa à fossa de si mesma sem motivo explícito e eu não estou exagerando.

Eu era trevosíssima hehehe (risada nervosa). Por isso, quando eu comecei a conhecer Jesus, não me sentia capaz de escrever algo suficientemente bom ou à altura do que Ele merecia, eu aposentei minha escrita, coloquei ela junto com os diários que sobraram no fundo de uma gaveta. Mas, o Nazareno veio me apaixonar e eu transbordei. Eu já não consigo escrever nada além daquilo que Ele tem feito nesse coraçãozinho tão inclinado ao sofrimento e ao drama, que tem Ele como fim. Eu quero conhecer Jesus, estou O conhecendo como jamais esperava e, por isso, estou aqui, nesse espacinho, porque talvez o jeito que Jesus tem se apresentado a mim, faça sentido pra você ou gere no seu coração mais desejo ainda por estar junto do coração d’Ele.

O nome dessa coluna, Histórias de Telhado, tem um significado bem peculiar (talvez) e particular (com certeza), assim como tudo que vou escrever aqui. Eu vou explicar pra você do jeitinho que está na minha cabeça e, pra mim, faz sentido: pense em uma casa num dia chuvoso, o telhado dessa casa é o primeiro a ser atingido pela chuva, fazendo aquele som gostoso de gotas de água batendo nas telhas, ele é parte mais exposta; no telhado da casa é onde fica a antena, o satélite, pra capturar o sinal da tv e transmiti-lo dentro da casa; o telhado da casa é o seu mais alto lugar e mais silencioso. É disso que eu vou falar aqui! Primeiro, eu vou expor um pouco da minha vida com Jesus.

O milagre já começa aí, eu sempre tive dificuldade pra falar o que acontece dentro de mim, explicar o que eu sinto ou penso, não por timidez, mas, principalmente, por insegurança de me acharem ‘diferente demais’ e não me aceitarem, só que hoje o meu ser “diferente demais” é onde eu mais conheço quem meu Jesus quer que eu seja. Segundo, Jesus deseja que eu fale do amor Dele como eu tenho recebido: simples, quase inacreditável e com um tanto de melancolia dramática hehehe (risada nervosa again). Terceiro, existem 397.000.000.000 de pensamentos borbulhando na minha cabeça, 24h por dia e, pode não parecer, mas eu gosto de ficar em silêncio, pra entender onde está Jesus no meio disso tudo. Então o que você vai ler também é o que rola quando eu silencio. A passagem que me fez dizer “É isso, Papai!” pro nome da coluna, está em Mateus 10,27. Porque Jesus me contou que, tudo que Ele tem me dito ao pé do ouvido, eu preciso começar a gritar de cima dos telhados. E então, bora subir?

Mas, espera um pouquinho, pra ler os próximos textos dessa coluna, quero te dar umas dicas: encontre um lugar onde só você e Jesus possam estar e ficar à vontade, de preferência em silêncio ou escutando as músicas que você mais ama mesmo, tomando uma bebida quente, tipo chá ou café, pra que seu corpo e coração se sintam aquecidos e para o que o nosso Amado tem pra você. Bom, são só dicas que eu gosto de dar, porque eu sei o quão difícil tem sido parar pra deitar a cabeça no colo de Jesus e conhecer Ele direito e essa é a nossa chance! Bem-vindos a Histórias de Telhado!

  • Jacqueline Inocêncio da Silva

    Quero berber mais desta água minha filha kkkkkk quando terá mais textos? Amei a introdução… e Jesus é lindo demaisssssssss

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